TAMANHO DO TEXTO AA
Esportes / Publicada em: 11/12/2014
A crescente atuação das mulheres no Jornalismo Esportivo
Rompendo preconceitos, a cada dia que passa aumenta a atuação da mulher em vários segmentos do jornalismo esportivo

A primeira mulher a trabalhar com jornalismo esportivo foi Germana Garilli (conhecida também pelo apelido de Gegê) ela escreveu sua primeira colaboração em 1962, para a tribuna Ituana. Em 1970 a primeira mulher foi contratada para atuar na área de esportes na rádio gaúcha de Porto Alegre.

Hoje podemos ver exemplos de sucesso como Fernanda Gentil, Renata Fan, Paloma Tocci, Glenda Kozlowski, entre outros que não só mostram para as estudantes de jornalismo que é sim possível conquistar seu espaço nesse mundo, mas também viram exemplo para outras mulheres conquistarem seu espaço entre outras áreas.

https://soundcloud.com/nickolas-ranullo/entrevista-com-natalia-nocelli

(Foto: A estudante de jornalismo Natália Nocelli dá seu depoimento sobre como foi sua atuação na área de jornalismo esportivo)

Preconceito

Infelizmente, quando falamos da mulher no meio esportivo, é impossível não comentarmos também do preconceito que muitas delas sofreram e que muitas ainda sofrem.

Para muitos homens que se dizem “entendidos” de futebol, mulher não sabe nada sobre o esporte e muitos esperam alguma derrapada de uma repórter ou apresentadora para usarem um velho “argumento” de que ela só errou aquela informação justamente por ser mulher. Quando o caso não é assim, o preconceito pode ser visto de outras formas, por exemplo, quando muitos homens comentam de que determinada jornalista apenas tem suas fontes ou está trabalhando em um cargo importante apenas por ser bonitinha ou por se envolver de alguma forma com pessoas influentes da área esportiva.

http://youtu.be/MrD51q4Ooho

Futuro

Sobre o futuro das mulheres no âmbito esportivo, é difícil dar uma previsão exata, mas é impossível negar que o crescimento delas em diversas áreas, indo da apresentação de programas esportivos até a colaboração com reportagens de áudio e também com textos, só podemos dizer logo veremos mulheres atuando em áreas onde atualmente só vemos homens trabalhando, como por exemplo, comentando e narrando jogos.

Mesmo com tão pouco tempo dentro área, é impossível negar que as mulheres estão fazendo inúmeros gols de placa na sua busca pela igualmente. Que continue sempre assim.

“Não é só o homem que gosta de futebol, então, se todo mundo gosta esporte, por que não todo mundo falar sobre esporte?”

(Lara Mota, jornalista do FOX Sports: “Não é só o homem que gosta de futebol, então, se todo mundo gosta esporte, por que não todo mundo falar sobre esporte?”)  

KONSTANTINOS NECTARIOS KATAVATIS, NICKOLAS DE CARVALHO RANULLO, RODRIGO SILVA
Publicada em: 11/12/2014
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